Sereias

As Sereias quando incorporam, não costumam falar. Emitem um som que imita um canto, mas é um mantra repetido o tempo todo.

Quem as viu, descreveu-as tal como nos mitos sobre as sereias gregas: metade mulher, metade peixe!

Há na criação dimensões da vida que são, em si, realidades plenas e destinadas a formas de vida específicas.

Há na criação dimensões que não têm início ou fim, pois são infinitas e totalmente aquáticas.

Espíritos que sempre viveram e evoluíram dentro d’água também receberam de Deus tudo de que precisavam para se adaptar ao meio destinado a eles.

A metade humana indica que são espíritos. A metade peixe indica que se adaptaram ao meio durante suas evolução.

São seres “encantados” da natureza aquática e também estão evoluindo.

Esses espíritos são possuidores de formidáveis poderes que, se colocados em nosso auxilio, muito nos ajudam.

Como o arquétipo já existia em função dos mitos e das lendas sobre elas e das visões desses seres encantados, então não foi surpresa elas se manifestarem quando se canta para Iemanjá.

Como seres encantados as sereias que incorporam em suas médiuns, umas ficam sentadas como de lado e outras ficam em pé.

As que ficam sentadas movem o tronco e os braços como se estivessem nadando e se banhado nas ondas.

As que ficam em pé, tal como os marinheiros, movem-se com passos de dança e fazem uma linda coreografia mágico-religiosa, pois, nos seus movimentos, vão recolhendo todas as cargas energéticas negativas dos seus médiuns e da assistência dos centros.

Muitos autores umbandistas já descreveram como higienizadoras e isso é correto, pois têm um poder de limpeza e purificação inigualável pelas outras linhas de Umbanda.

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